segunda-feira, 23 de maio de 2011

O que hoje somos, é o que um dia decidimos.

Acredite no que quiser, mas uma decisão muda – e muito – a história de uma pessoa. Quando era criança e sua avó perguntava “Meu netinho, você prefere ir passear com a vovó no sítio ou ir zoológico?”

Uma pergunta tão simples e com decisões tão complicadas. Poxa, analise com qual das duas você aprenderia mais, com qual das duas sua vovó ficaria mais feliz, com qual das duas você se divertiria mais, com qual decisão você fica?

Complicado não é?! Essa decisão pode mudar o dia, conseqüentemente a semana e porque não o resto da vida?!

Analise sim todas as alternativas, pense em tudo o que envolve tais decisões, mas nunca deixe de tomá-las.

sábado, 24 de julho de 2010

Moral da História

Banda: VoLpIx
Música: Moral da História
Obs.: clique no título do texto e ouça a música.

O que eu queria nessa vida
Pra ficar bem mais contente
Era fazer alguma coisa
Alguma coisa diferente

Ser conhecido, ser famoso
Ser alguem mais importe
Para levar a minha vida
A minha vida adiante

Porque da vida eu quero mais
Então vou correr atrás
Sem desistir, Vou persistir
E podes acreditar
Que amanhã eu vou estar lá
E vou olhar pra trás
Vou dizer e vou sorrir
Eu consegui!

Alcançar todos os meus sonhos
É tudo o que mais quero
E se for pra melhorar
Com certeza eu espero

Mas eu sei que não é fácil
Vou sofrer pra conseguir
Mas eu sei que em algum dia
Esses sonhos vão surgir

Porque da vida eu quero mais
Então vou correr atrás
Sem desistir, Vou persistir
E podes acreditar
Que amanhã eu vou estar lá
E vou olhar pra trás
Vou dizer e vou sorrir
Eu consegui!


Estou vivendo o refrão! É um início, mas terá meio e nunca um fim! Estou feliz, depois de tanto tempo as coisas estão se acertando!

Vivendo e aprendendo a viver!

quarta-feira, 14 de julho de 2010

É bom colocar o título sempre ao final da história! LIBERDADE!

Gosto de sair escrevendo e "ver no que vai dar".

É como acordar em um domingo de manhã, pegar uns trocados, colocá-los no bolso, dar um tapa na mochila velha cheia de pó, colocar um lençol, uma toalha, uma cueca, garrafinha de água, bolacha recheada e uma câmera digital. Comprar uma passagem para algum lugar que dê para ir e voltar com os trocadinhos e sumir!

Desligar o celular, avisar (se você morar com mais alguém) que horas mais ou menos irá voltar e partir. Sim! Isto é liberdade e é o que precisamos.

Não estou em posição de falar o que se deve fazer, até porque meus trocadinhos estão contados, mas quando poder contar com eles de uma forma que não vá me apertar no fim do mês ("faltou mês no fim do meu salário") irei retomar minhas "indiadas". Como já fiz em tempos atrás.

Enfim, como a minha viagem mental está alimentando muitas coisas interessantes, acho melhor parar por aqui. Quero realmente voltar a fazer isso, até porque estou para iniciar uma ótima oportunidade e que me dará uma certa segurança para ter uns trocadinhos.

Um abraço a todos e sejam livres.

sexta-feira, 9 de julho de 2010

A forma certa de fazer errado!

É um titulo para pensar. Mas quantas vezes você ouviu de uma pessoa que a intenção era boa, porém o executado foi falho?! Ou também que és a pessoa certa na hora errada?! Seria isso uma grande escapada para não assumir algo?! Ou uma forma mais simples de dizer não?!

Estou colocando várias situações que acontecem ou deixam de acontecer. Independente de suas escolhas, sempre aparecerá os felizes, os tristes ou os que não dão a mínima pra qualquer coisa que aconteça.

Saber segmentar tudo o que está em sua volta, é um exercício complexo e no mais das vezes falho. Como que eu tenho certeza de algo? Já comentei em um post passado sobre o certo, errado e o duvidoso. Mas podemos tentar, arriscar, movimentar o padrão corriqueiro de algo que não está muito bom, no popular falamos: “sacudir a poeira”.

Dependendo do estado de espírito, da forma como a pessoa acordou e o que aconteceu durante o dia para que ela melhore ou piore uma boa notícia, uma ligação que não esperávamos ou simplesmente o fato de estarmos respirando, refletem o nosso humor. E toda a forma de mudança, espelha o humor, seja um corte de cabelo, um piercing, uma tatoo, um presente para os pais um carinho na namorada ou um bate papo com o melhor amigo.

Então, observando o que cada um é no seu dia-a-dia, o que acontece e o que deixa de acontecer, muda a forma de esta pessoa pensar e agir. Executando uma tarefa de forma que não convence outra pessoa, porém seu pensamento era positivo. Estar no local certo, na hora certa e preparada para qualquer coisa, porém, não para aquela pessoa. De repente o problema não é com você, mas sim com os outros. Podem acontecer muitas coisas, mas examinar-se ainda é a grande forma de fazer uma grande escapada e evitar um simples não.

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Quando o muito parece ser pouco e quando o pouco parece ser muito.

“Abraçar o mundo”, “fazer mais do que se pode”, “dar uma forcinha”, entre outras citações/frases que utilizamos quando queremos fazer algo que ajude outras pessoas. Instinto?! Proteção?! Coração?! Bondade?! O que realmente movimenta nossas forças com a finalidade de ajudar alguém?

Há situações que ocorrem com determinadas pessoas, que acabamos por torná-las importantes para nós, como se fosse uma identificação com o problema ou até mesmo com a pessoa a ser ajudada. Não importando o tamanho do “elefante branco” que se apresenta, nós reunimos forças um tanto quanto “sobrenaturais” para auxiliar da melhor maneira.

E quando a coisa toda se resolve, muitas vezes não ouvimos um “muito obrigado” ou algum tipo de agradecimento, que por vezes se tornam como se fosse nossa responsabilidade ter ajudado, do tipo “não fez mais que a sua obrigação”. Mas mesmo assim, temos aquela sensação de que fizemos o melhor e o que estava ao nosso alcance. Ficar esperando uma recompensa, um pagamento ou um favor em troca, é algo que não se confere a quem se propõe a ajudar. Isso daí seria tirar proveito de uma situação.

Analisando toda a forma de ajuda, seja ela qual for, busque fazê-la de coração. Analise sempre toda a forma possível de ajuda, para que ela não se torne um vicio, tanto para a pessoa que ajuda tanto para o ajudado. Seja verdadeiro com você mesmo, saiba de suas limitações e encha o seu coração para fazer o melhor possível.



Não sabe o que ajudar? Comece pelo Mundo em que vivemos!

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Ontem, hoje e amanhã!

Vivemos em um mundo onde as mudanças ocorrem de uma forma alucinada, louca e muito rápida. Podemos perceber mudanças nos nomes das coisas, nas maneiras que utilizamos para realizar alguma atividade/coisa e até nossos pensamentos mudaram.

Passeando na cidade onde moro, notei algumas diferenças na designação dada para alguns tipos de estabelecimento. Cito alguns exemplos:
- Manicure e pedicure: Atelier das unhas.
- Cabeleireiro: Estúdio de beleza.
- Farmácia: Drogaria ou Drugstore.

Os objetos também sofreram modificações, dependendo do seu uso no nosso dia-a-dia. Alguns exemplos:
- Computador: Estação de trabalho.
- Laptop: Notebook, Netbook.
- Celular: Smartphone.

E os sentidos humanos a cada dia vêm perdendo o real significado. Onde um abraço é dito apenas ao telefone no final de uma ligação e um beijo é digitado ao final de um bate-papo na internet e ainda sofre abreviações do tipo: bjo, bj. Virou moda também falar sentimentos em outra língua, pois soa melhor e tira o peso psicológico que tem um “eu te amo”, substituindo por um “I Love you”, ou então “beijos” por “kisses”.

São mudanças que ocorrem diariamente, muitas vezes notamos, outras não, pois passam despercebidos. O que nos resta é imprimir o ritmo frenético vivido a cada dia, nos situarmos nas novas “modas urbanas”, tanto na fala como no jeito de lidar com as coisas. Onde antes uma desculpa era “não estou encontrando o papel nos meus arquivos”, hoje é “o meu sistema não está funcionando, quando voltar enviarei um e-mail, uma mensagem em seu celular e deixarei um recado em sua secretária eletrônica”.

terça-feira, 15 de junho de 2010

On The Brightside



O Lado Bom (tradução)

Eu conheci um homem de 60 centímetros de altura
Este homem era muito ambicioso
Em um mundo que é tão doentio para todos nós
Eu disse “oi” e assim que ele respondeu
Ele disse “ouça essas palavras”
Que eu tenho vivido por toda a minha vida

Você só é tão alto quanto o seu coração deixa ser
E você só é tão pequeno, quanto o mundo faz você parecer

Quando as coisas correm mal e você sente como se pudesse desmoronar
Apenas olhe pelo lado positivo. Você mede um metro e oitenta

Eu conheci um homem de 3 metros e meio de altura
Ele era como um gigante
Em um mundo que era desafiador de sua altura
Eu disse “oi” e quando respondeu
Ele disse “ouça essas palavras”
Que eu tenho temido toda a minha vida

Você só é tão alto quanto o seu coração deixa ser
E você só é tão pequeno, quanto o mundo faz você
parecer

Quando as coisas correm mal e você sente como se
pudesse desmoronar
Apenas olhe pelo lado positivo. Você mede um metro e oitenta

Eu sou um homem de um metro e oitenta
Procurando por respostas
Em um mundo que não responde nada
Eu irei dizer “oi” mas sem resposta
Para as cartas que você escreve
Porque eu encontrei alguma paz de espírito

Porque eu só serei alto, se o meu coração me deixar ser
E sou tão pequeno quanto o mundo me faz parecer
Quando as coisas correm mal e eu sentir como se
fosse desmoronar
Eu irei olhar pelo lado positivo, e meu metro e oitenta de altura

domingo, 13 de junho de 2010

Certo, errado ou duvidoso?

Buscar definições não é o meu forte, porém posso complicar um pouco mais a cabeça das pessoas que tentam entender.

Pra tudo na vida tem três lados: o certo, o errado e o duvidoso. Basta você definir o que é o certo ou o errado, assim então o que nos sobra é a duvida.
É como se estivéssemos em um jogo onde nos situamos em uma sala com várias portas e apenas uma podemos escolher. E cada escolha resulta em uma ação. Se for certo ou errado só vai saber no outro lado da porta, porque enquanto houver portas para abrir, haverá duvida.

Mas se imaginarmos nossas vidas sem a escolha do certo, do errado e do duvidoso, qual seria a graça de viver? A cada porta que abrimos, dentre tantas outras que poderíamos ter aberto, adquirimos experiência, conhecimento e definições cada vez mais concretas do que é certo ou errado, tornando-se menos duvidoso.

Então enquanto houver duvida, haverá vida. Enquanto houver vida, haverá alegria. Enquanto houver alegria, haverá o certo. Enquanto houver o certo, haverá o errado. Enquanto houver o errado, haverá a duvida.

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Olhos fechados

Quando você fechou os olhos, desejou ter o mundo em suas mãos e quando os abriu, percebeu que elas estavam vazias?

Quando você fechou os olhos, sentiu toda a liberdade em sua volta e quando os abriu, percebeu que estava preso a alguma situação?

Quando você fechou os olhos, ouviu um grupo de pessoa te chamando e quando os abriu, percebeu que estava sozinho?

Quando você fechou os olhos, sentiu seu corpo esquentando como se estivesse ganhando um abraço e quando abriu os olhos, percebeu que era apenas o seu cobertor pesando sobre você?

Quando você fechou os olhos, ouviu uma voz doce te falando palavras boas e quando abriu os olhos, percebeu que era apenas o seu fone tocando aquela música?

Quando você fechou os olhos e decidiu mantê-los fechados, encontrou a paz, e junto a ela, a sensação da derrota de nunca ter lutado contra a sua realidade.

Sonhar é bom mas viver é melhor ainda.

sexta-feira, 14 de maio de 2010

O que você viveu hoje, que levará para o resto da vida?!

Estou começando a fazer este processo, ainda em fase de aprendizagem, mas muito feliz com os resultados. São coisas pequenas que nos fazem felizes, mesmo que momentaneamente, porém que ficam marcadas em nossas vidas.

Antes de dormir, deito a minha cabeça no travesseiro e faço-me uma pergunta: “O que eu vivi hoje que posso levar para a minha vida?”. Então passa um filme mental, daqueles que você não quer perder nenhum detalhe. É um filme que ganharia o Oscar de melhor direção, melhor roteiro, melhor trilha musical e o principal, melhor ator.

Não que eu faça encenações durante o dia, ou tente seguir um roteiro totalmente específico, mas na arte de improvisar, somos mestres. Improvisar uma corrida para atravessar a rua, jogar o lixo no lixo, almoçar, no ônibus dar o lugar para alguém que precise, enfim, há situações em que muitas vezes achamos que são ridículas na hora, ou que é normal. Mas quando olhamos o filme do dia, percebemos que um simples gesto, nos abre um sorriso imenso em nossa face. O que aprendemos, fizemos e conhecemos, ninguém nos tira. E pensar que só perdemos ou que nunca ganhamos, é uma besteira sem tamanho, porque todos os dias eu ganho uma nova chance de viver, de fazer acontecer, de saber que eu posso cada dia ser melhor pra mim ou pras pessoas que gostamos.

Hoje vou deitar a minha cabeça no travesseiro e ter a certeza de que fiz o dia render, seja porque escrevi no blog, seja porque pratiquei exercícios físicos ou pelo que ainda irei fazer neste dia. Desejo a todos um bom filme antes de dormir e uma excelente improvisação na vida diária.